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Gostaríamos de agradecer a todos os internautas que durante a 17ª Volta Ciclística Internacional de Santa Catarina acessaram o Site da Volta, tivemos 7.100 acessos do dia 28/08 a 07/09 uma média de 645 acessos diários.
Volta de Santa Catarina Confirma Potencial de Antônio Nascimento
Morcegão vence a última etapa da 17a Volta de SC
Rodrigo Brito vence a 7ª etapa 
Luiz Amorim vence a 6ª etapa
Patrique Azevedo vence a 5ª etapa
Andre Grizante vence a 4ª etapa
Breno Sidotti vence a 3ª etapa
Valcemar Justino da Silva vence a 2ª etapa
Tonho Nascimento vence a 1ª etapa
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VOLTA CICLÍSTICA INTERNACIONAL DE SANTA CATARINA, HÁ  17 ANOS NA ESTRADA

A Volta Ciclística Internacional de Santa Catarina é a maior referência de ciclismo no Brasil. Realizada desde 1987, firmou-se como importante ferramenta no processo de formação dos principais atletas brasileiros que surgiram de lá para cá. Hoje, a promoção caminha, a passos largos, no rumo da realização de sua 17ª edição, uma história de invejável persistência num estado que tem tudo a ver com o esporte.

        Não por coincidência, a Volta Ciclística de Santa Catarina é, hoje, a principal prova de estrada realizada no Brasil, com a chancela da União Ciclística Internacional (UCI), entidade máxima do esporte. Paciência, arrojo, disposição para trabalhar em cima de parcerias; crédito junto ao mercado; parceiros e espírito empreendedor são as chaves que mantêm a chama da Volta de Santa Catarina acesa por mais de uma década e meia.

        A vocação ciclística catarinense vem de longe. Colonizada por europeus, a topografia catarinense se moldou perfeitamente ao trabalho dos imigrantes colonizadores, e mais tarde adaptou-se, também, à prática do ciclismo de competição. O relevo misto — litoral, serras, planaltos e vales — permite que em Santa Catarina se promova enorme variedade de provas. E a paisagem catarinense — que vai do bucólico ao metropolitano — assiste a maratona sobre duas rodas que geram imagens muito próximas às dos principais tours ciclísticos europeus.

        A Volta de Santa Catarina cresce e aparece superando metas e sendo decisiva na classificação dos ciclistas nacionais. É o fruto do idealismo.

        O grande mérito da Volta de Santa Catarina é jamais ter sucumbido às dificuldades — e elas nunca foram poucas, tampouco se fizeram ausentes nas 16 edições já realizadas. Para se adequar ao panorama brasileiro de apoio ao esporte, a criatividade e a busca incessante de parcerias é arma essencial, envolvendo desde prefeituras, organismo policiais e frentes de apoio comercial.

        A primeira edição da Volta Ciclística de Santa Catarina, em 1987, teve largada em Criciúma e chegada em Joinville. A alternância de locais e quilometragem caracteriza a prova: 653 km em 87; 544 em 88; 713 em 89; 794 em 90; 747 em 91; 1000 em 92; 1234 em 93; 1250 em 94; 1000 em 95; 1.165 em 96; 891 em 97; 891 em 98; 912 em 99; 887 em 2000; 1000 em 2001; e 861 em 2002.

        Norte e Sul, Leste e Oeste. Anualmente acontece um novo desbravamento do Estado. Nas estradas, o preto do asfalto vira um multicolorido movimento de pernas e rodas avançando sobre o próprio limite do atleta e seus ideais. Cidades são visitadas e mostradas na mídia, ciclistas são elevados a personalidades pelo próprio esforço.

        Cartões postais transformados em pista de corrida, as vezes vertical, como bem demonstra a subida da famosa Serra do Rio do Rastro, experiência única, que só pode ser vivida e vivenciada em Santa Catarina.

        Neste cenário, a Volta Ciclística de Santa Catarina fixa seu nome entre as principais competições da América e garimpa seu espaço no contexto da UCI, que hoje a tem em conceito 2,5, o que lhe garante pontuação para o ranking mundial da modalidade — o mesmo que qualifica atletas para competições como os Jogos Olímpicos.

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